OSCAR SCHMIDT
NOME: Oscar Daniel Bezerra Schmidt
APELIDO: Mão Santa, Rei do Basquete
DATA DE NASCIMENTO: 16 de fevereiro de 1958
LOCAL: Natal-RN
DATA DE FALECIMENTO:
LOCAL:
ALTURA: 2.05m
NÚMEROS: 6, 11, 14 e 18
POSIÇÃO: Ala
JOGOS PELA SELEÇÃO:
PONTOS MARCADOS:PERÍODO DE ATIVIDADE:
ORIGEM:
CLUBES NA CARREIRA: Palmeiras-SP, Sírio-SP, América-RJ, Juvecaserta-ITA, Pavia-ITA, Forum Valladolid-ESP, Corinthians-SP, Bandeirantes-SP, Mackenzie/Microc-SP, Flamengo-RJ.
TÍTULOS NOS CLUBES
*
TÍTULOS NA SELEÇÃO
* MEDALHA DE BRONZE no 8º Campeonato Mundial das Filipinas em 1978.
* MEDALHA DE OURO nos 10º Jogos Pan-Americanos de Indianápolis em 1987.
OBSERVAÇÕES: Foi um ex-jogador brasileiro de basquetebol, considerado o maior jogador brasileiro e um dos maiores do mundo, mesmo sem ter atuado na NBA. Seu número da sorte é o 14, número que usou no Pan de 1987, porém em 1990 na FIBA usou o número 6. O seu primeiro treinador foi Laurindo Miura, que desenvolveu um trabalho especial de coordenação para ele. Esse trabalho serviu de base para seus arremessos.
Oscar foi selecionado pelo New Jersey Nets na sexta rodada do draft da NBA de 1984, e teve várias outras oportunidades de jogar na NBA, mas recusou-se a todos, a fim de manter seu status de "amador" e continuar a jogar na Seleção Brasileira (até 1989, os jogadores da NBA não foram autorizados a jogar por seleções nacionais).
No dia 27 de outubro de 2001 , em uma partida entre Flamengo e Fluminense válida pelo Campeonato Carioca, Oscar superou a marca de 46 725 pontos de Kareem Abdul-Jabbar e se tornou o maior cestinha da história do basquetebol, sendo que ele terminaria a carreira de jogador com 49 737 pontos, onde destes 42 044 foram marcados pelas equipes em que passou e, 7 693, pela Seleção Brasileira). Este recorde (maior cestinha do basquete) ainda lhe pertence.
Pela Seleção Brasileira, Oscar participou de 3 Campeonatos Mundiais, e é o segundo jogador que mais vezes vestiu a Camisa da Seleção Brasileira em Campeonatos Mundiais - 33 (atrás apenas de Ubiratan, com 34). Oscar participou, ainda, de cinco edições das Olimpíadas, de Moscou 1980 a Atlanta 1996, sendo o cestinha desta competição, com 1 093 pontos. Nos Jogos, ele detém vários outros recordes, a saber: pontos marcados em uma partida (55 vs. Espanha em Seul em 1988); maior média de pontos por partida em uma edição: 42,3 ppg (Seul, 1988, 338 pontos em oito reuniões). No total, ele jogou 326 partidas com a seleção brasileira (entre 1977 e 1996), com uma média de 23,6 pontos por partida.
Sua maior conquista com a Camisa Verde Amarela, foi a medalha de ouro nos Jogos Pan-Americanos de Indianápolis (EUA) em 1987. Nesta competição Oscar liderou a Seleção Brasileira em um dos seus maiores feitos da história do basquete mundial. A data de 23 de agosto de 1987 foi o dia histórico em que a equipe masculina de basquete do Brasil venceu o poderoso time norte-americano, representado pelos jogadores universitários da época, os favoritos e donos da casa, por 120 a 115, na final doesses '10º Jogos Pan-americanos de 1987'. Foi uma virada espetacular e a primeira e única vez, até então, que os Estados Unidos perderam em casa. O palco era o Market Square Arena, Indianápolis. De um lado a equipe brasileira; do outro, os norte-americanos. Os Estados Unidos já tinham toda a festa preparada para seu time. No elenco destacavam-se jogadores que mais tarde se tornariam grandes astros da NBA, como David Robinson, Rex Chapman, Dan Majerle e Danny Manning. A seleção do Tio Sam já havia atropelado Porto Rico nas semifinais, impondo uma vantagem final de cinco pontos. Para os brasileiros, a classificação havia sido contra o México com um placar de 137 a 116.
A seleção brasileira não assustava muito ao técnico Denny Crum. A única tática necessária para garantir o ouro, segundo ele, era uma defesa forte em cima de Oscar e Marcel que, segundo o técnico, tinham uma precisão muito grande nos arremessos. No fim do primeiro tempo, o Brasil perdia por 14 pontos, sendo que chegou a ficar em desvantagem de 20 pontos no decorrer do período. A equipe formada por Gérson, Oscar, Israel, Marcel e Guerrinha (que substituía o armador Maury, vítima de contusão) voltou com muita determinação e com um ataque extremamente preciso, sobretudo nas bolas de três pontos que foram a chave para a virada do Brasil. Os "reis do basquete" não conseguiam entender o que estava acontecendo, nem mesmo sua fiel torcida, que se calava a cada cesta de Oscar e Marcel. Final de jogo: a cena do banco norte-americano cabisbaixo era contrastante com a euforia de Oscar, deitado no chão, gritando e chorando. Essa era a maior conquista do esporte nacional, desde a Copa do Mundo de 70.
Com 2,05 m de altura, Oscar é considerado o maior pontuador da história do basquete, com 49.737 pontos, superando a marca de Kareem Abdul Jabbar. Este recorde é extraoficial, pois não havia súmulas de todos os jogos de Oscar no Brasil. Seu rendimento em equipes como Sírio e Palmeiras foram calculados através de estudos do jogador com o seu biógrafo, o jornalista e escritor Odir Cunha, autor do livro Oscar Schmidt, a história do maior ídolo do basquete brasileiro, lançado em 1996.
Ele também é recordista de carreira mais longa de um jogador profissional de basquete (26 anos) e o cestinha da história dos Jogos Olímpicos de Verão, com 1 093 pontos.
Oscar foi nomeado um dos 50 Maiores Jogadores de Basquete pela FIBA em 1991. Em agosto de 2010, ele foi incluído no Hall da Fama da FIBA, em reconhecimento ao que jogou em competições internacionais.
Em 20 de Agosto de 2010, Oscar foi induzido ao Hall da Fama da FIBA. Em 8 de Setembro de 2013, Oscar Schmidt entrou para o Basketball Hall of Fame, dos EUA e em 18 de dezembro de 2016, ele também foi incluído no Hall da Fama do Basket Itália.
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